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quarta-feira, 30 de maio de 2012

DESCULPAS

Meus queridos que por aqui passam, preciso pedir-lhes perdão.
Há tempos que estou ausente... não existem desculpas, mas existem justificativas.
Estive muito "para baixo" com as dores que me perseguem, devido à doença que tive... minha inspiração (se é que assim posso dizer) parece que resolveu se esconder!
Mas como já disse antes, entre desistir de viver por causa da dor e aprender a viver apesar da dor, escolhi VIVER! A dor é só um acessório que carrego comigo.
Porém me apresento para dizer-lhes que, com ou sem dor, estou partindo em viagem!
Minha primeira grande viagem depois da doença.
Entreguei para Deus!
E pé na tábua!
O México me aguarda!
Se der, postarei alguma coisa de lá!

Catedral - Cholula - Puebla

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

EU NÃO MEREÇO, NEM VOCÊ!


Não quero entrar no mérito de quem é situação, quem é oposição, quem é de Deus, quem é do diabo, quem é quem...
Mas uma coisa temos que concordar com a minha falecida mãe: "Quem não tem bunda, não se senta", mas nesses tempos de Jogos Pan Americanos, somos obrigados a uma leve alteração no ditado = "Quem não tem bunda, não deveria se sentar".
Os amantes de esportes, como eu, não mereciam passar o que estamos passando com as transmissões da TV RECORD.
Fato 1 - A Record provou que tem dinheiro para disputar com a Globo.
Fato 2 - Provou que pode mais, que pode comprar os direitos de transmissão de Jogos como o Pan de Guadalajara e as Olimpíadas.
Fato 3 - Falta-lhe apenas competência para cobrir tais eventos.
Quando a transmissão era realizada pela Globo tínhamos a opção de não ouvirmos as asneiras do Galvão, na TV aberta, e mudarmos de canal para a TV paga (e hoje todo mundo tem, se não oficialmente, muitos com "aquele jeitinho" - condenável) - SporTV 1, SporTV2 e em eventos dessa magnitude o SporTV3 - 24 horas de esporte.
Com a transmissão pela Tv Record somos obrigados a ouvir o "jornalista" (tenho minhas dúvidas quanto à formação) dizer, quinhentas vezes "Hándenbol", dizer que o "Mister Pan" - para nós, mortais, o nadador Thiago Pereira - estava entrando na piscina para mais um ouro e vê-lo ganhar, sem desmerecê-lo (o nadador), medalha de bronze, chamar (e provavelmente pagar) por comentários do Romário... (será que ele está de licença da Câmara?!).
Ouvir uma narração de jogo de vôlei como se estivesse em uma corrida de cavalos.
Não, eu não mereço!
Tenho a opção de tirar o som da TV e assistir apenas as imagens , mas aí, no auge da prova (seja ela de ginástica rítmica, tae kwon do, natação, vôlei de areia, etc.) eles resolvem mostrar a imagem da "câmara exclusiva" instalada na Vila Olímpica.
Como se não bastasse, durante a programação ouvimos inúmeras vezes a chamada para o grande evento: a novela Rebeldes! E eles interrompem a transmissão dos jogos para passar isso que eles chamam de campeão de audiência!
Sinceramente, o povo brasileiro amante de esporte não merece!
Fica registrado meu repúdio e minha revolta.
Ninguém merece (ou merece?)!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Indagações... só isso

Guadalajara - Arcos

Houve um tempo em que eu sabia para onde ia... sabia a meta

Embora não conhecesse a estrada, mirava o destino

Tinha a vida nas mãos

E as decisões eram minhas.

Aos poucos fui fazendo as coisas por instinto

Porque a vida não vem com instruções.

Achando que estava certa, eduquei filhos

Mas como não tinha manual de orientação

Hoje me pergunto: Fiz a coisa certa?

Não sei.

Segui carreira, galguei cargos,

Trabalhei anos a fio.

Hoje me pergunto: Algum dia fiz o que realmente amava?

Não sei responder,

Por isso agora essa angústia,

Indagações sem fim,

Fiz alguma coisa certa?

Quantos erros cometi?

Onde falhei?

Não encontro respostas.

Não sei nem o que a vida fez comigo.

Procuro dentro de mim

Um lugarzinho que seja

Onde exista ainda paz,

Onde não esteja contaminado

Por intrigas, agressões, desamor

Mas quando olho ao redor

Apesar de tudo que construí

Encontro-me sozinha.

Alguém pode me responder

Onde foi parar a vida que julgava minha?


Kátia Corrêa De Carli (inédito)

terça-feira, 1 de julho de 2008

Uma lente negra protege os olhos, dando chance a outros pontos de vista (Max de Castro)

Domingo.
Rua dos Artistas, Puebla, México.
Manhã (o que quer dizer por volta de meio-dia).
Passeei por entre os ateliers a céu aberto, os mestres e seus discípulos, arte de toda a espécie: uns pintam, outros desenham, outros tocam seus instrumentos, cantam, alguns utilizam uma árvore próxima como cenário e apoio para apresentação a la "Cirque du Soleil", etc.
É claro que me senti em casa... de artista e de louco, o resto todos sabem.
Sol a pino, aliado ao clima seco, cansa qualquer um.
Sento-me à sombra de uma árvore e passo a observar as pessoas.
Logo à frente um banco com crianças que saboreiam um "helado", rindo e conversando alto, as mães mantendo uma distância conveniente para todos.

Passa o rapaz maquiado de "sombra", imitando os que caminham, arrancando gargalhadas de todos, inclusive dos imitados que jogam-lhe moedas no chapéu.
Alheios a toda essa alegria, meus olhos deparam com dois jovens: estão sentados em um banco, um pouquinho mais afastados, mas nem tanto. Ele está semi-deitado e tem a cabeça e parte do tronco no colo da moça. Ela olha-o com um olhar que não consigo distinguir, como se fosse um misto de amor e piedade.
Ele chora.
Ela consola.
Sussurram.
As lágrimas a caírem por sobre sua face e ela numa tentativa, quase que vã, de consolá-lo.
Ele não se envergonha das lágrimas, uma vez que não faz nada para ocultá-las.
Ela de quando em vez olha para os lados, talvez para ver se são observados. Beija-lhe a face. Enxuga-lhe as lágrimas com beijos calmos e serenos.
Continuam a sussurrar.
Depois de uma eternidade (para mim) ele esboça um arremedo de sorriso. Ganha um beijinho na boca.
Tempos depois as lágrimas já não mais existem, ele está sentado, se abraçam, se beijam, sussurram de uma maneira que só os muito apaixonados sabem fazer.
E eu ali.
Olhando tudo por de trás dos meus óculos escuros.
Não tenho dúvida: A maior invenção do homem não foram os ônibus espaciais, avião, computador, bomba atômica.
A maior invenção do homem foram os óculos escuros!



Rua dos Artistas - Puebla - México.
O "movimento" acontece todos os domingos, pela manhã... se tiver oportunidade, não deixe de ir. Fica pertinho do El Parian (Mercado de Artesanatos)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

PENA DE LOS AMORES

Autor: Jose Luis Almada, 1991

Que pena de las palabras que se callaron
Y aquellas que pronunciadas, estan perdidas
Que pena de primavera sin flor ni canto,
Que pena de algun verano sin golondrinas
Que pena de algunos besos que no se han dado
Y aquellos labios dispuestos pero ya escondidos
Que pena de las estrellas que se apagaron
En medio de alguna noche mal encendida
Que pena de las promesas que se quedaron
Bailando con los recuerdos en una esquina
Que pena de los amantes que se dejaron
Sin darse siquiera un beso de despedida
Que pena de los amores que ya pasaron
Que pena de los amores que no existían
Que pena de los amores que me olvidaron
Que pena de los amores que se me olvidan

Talvez porque minha alma hoje esteja triste, mas ainda repleta de amor... amor mal compreendido, amor que deveria ser esquecido...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

CIDADE DO MÉXICO

Não é a foto que está torta... depois do terremoto de não me lembro quando, os prédios da parte antiga afundaram um pouco e ficaram assim, um pouco tombados... meio sinistro. Primeira impressão: fria, cinza, triste, feia!
Cidade do México ou DF como dizem os mexicanos, não é cidade que se apaixona à primeira vista, é para ser conquistada e se deixar conquistar pouco a pouco.
Amor construído com paciência.
É uma cidade bonita, alegre, colorida, cheia de encantos e recantos.
Fiz um mosaico...
Se pudesse colocaria mil fotos.
DF é única: uma mistura donde o antigo e o moderno se misturam e se completam tornando um todo bonito.
Onde nada surpreende: você encontra indígenas fazendo seus rituais no Zócalo - praça principal onde estão os Palácios do Governo, Municipal, Catedral etc., Xamãs fazendo "límpias", que é um tipo de bendição de limpeza, em plena rua, gente vestida de todos os tipos (cada região tem seu traje típico)... lá tudo é normal.
E a profusão de gente diferente, cores, aromas, torna DF única. Não conheço nenhuma cidade no mundo (é certo que do mundo conheço pouco) que posso comparar à Cidade do México, nem mesmo as cidades da sua colonizadora Espanha. Eles souberam permanecer distintos. Acho que isso é o que mais me encanta.


IMPERDÍVEL:
Para ver tudo seriam necessários uns 30 dias, mas existem alguns pontos que não se pode deixar de ir:
- Museu de Antropologia (é enorme! abrange todas as etnias. No pátio em frente tem a apresentação dos Voladores - foto acima - não deixe de ver, é típico dos índios não sei quais, mas é lindo!)
- Museu Frida Kahlo (sem comentários!),
- Museu Diego Rivera,
- Museu Dolores Olmedo (que dizem que era amante de Diego),
- Museu de Arte Moderna,
- Palácio Nacional e seus murais de Diego Rivera
- Todos os outros edifícios públicos em torno do Zócalo e que ficam abertos à visitação.
- Catedral (que também é meio torta)
- Tempo Maior - ruínas arqueológicas astecas e museu ao lado da Catedral
- Torre Latina (fica lá na pqp das alturas, de onde só se pode sair de elevador - 8 pessoas ou voando e eles me fazem um museu com fotos do terremoto, pode? é para bambear as pernas),
- Palácio de Belas Artes,
- Casa de Azulejo,
- Palácio dos Correios,
- Basílica de Guadalupe ou de La Virgencita, etc etc
- Um pouco mais afastado fica Xochimilco - Uma Veneza tropical, as águas são negras por causa do lodo... com ilhas flutuantes, onde passeiam barcos enfeitados com flores, corações, e gente dentro fazendo festa, piquenique... coisa que só se vê no México.
- Parque Chapultepec onde tem várias apresentações folclóricas e as pessoas também fazem piquenique (e nem são chamadas de farofeiras).


DICAS:

- Para se ter uma visão geral o melhor é pegar um Toury Bus recorrido - 2 horas de passeio com tradução simultânea (não tem português) que roda pelos lugares e bairros que interessam. Pode-se comprar um boleto válido para dois dias (sai muito mais barato) e existem as paradas onde você pode descer, conhecer os arredores e tomar o próximo ônibus. O ponto inicial é no Zócalo, ao lado da Catedral. São dois trajetos distintos.

- Não entre num táxi sem perguntar antes se tem taxímetro, se não tiver, combine o preço antes.

- No aeroporto, ambos os setores, têm paradas de ônibus (tipo rodoviária de luxo) onde pode-se tomá-los para qualquer parte do México,

COMPLEMENTANDO:

- Se tiver tempo, não deixe de ir a Teotihuacán, que é um sítio arqueológico localizado a 40 km VTeotihuacan ou Teotihuacán, é um sítio arqueológico localizado a 40 km da Cidade do México e é declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Teotihuacan foi a maior cidade conhecida da época Pré-Colombiana na América e lá estão as Pirâmides do Sol e da Lua. Existem tours todos os dias levando os turistas. Se for, não esqueça da água! Lá é lindo!!!!

É mais uma cidade que vale a pena conhecer!!!!

terça-feira, 27 de maio de 2008

TLACOTALPAN - MÉXICO



Em primeiro lugar: não se passa em Tlacotalpan. Ou você decide ir até lá ou não vai conhecer nunca, porque é necessário deixar a estrada principal e tomar uma secundária que leva até a que considero a mais colorida cidade do México.
É antigo território dos índios Toltecas.
Em 1998 foi declarada, pela UNESCO, como Patrimônio Cultural da Humanidade.
Situada no Estado de Vera Cruz, fica bem próxima ao Golfo do México e, ainda hoje, o transporte fluvial é muito presente.
Terra de Agustín Lara, grande compositor e cantor do séc. XX, suas obras mais conhecidas são Granada e Solamente Una Vez.
Tlaco, como chamam os mexicanos, é rica em cultura: música, dança, literatura, artesanato, comidas típicas além, é claro, da arquitetura única.
Gostei tanto de lá que já fui duas vezes.
Esta história é da primeira vez que fui lá.
Talvez por suas cores, é um lugar onde tudo fica alegre, ou talvez em virtude de uma bebida típica chamada Toritos, feita de frutas e aguardente, parece uma "batidinha", só é mais encorpada e doce (e você vai tomando por "desce fácil... o resultado nem preciso falar!).
Como tudo acontece comigo, na maioria das vezes coisas boas, estava eu saboreando um Toritos, quando vi um turista (é tudo igual em toda parte do mundo, ou seja, reconhecíveis) com um abanico (espécie de leque) na mão, lindo (o abanico, claro!). Resolvi perguntar onde ele havia comprado, ele me indicou uma cooperativa de artesãos. Fui eu comprar o dito cujo e conversa daqui, conversa dali, uma das senhoritas vai e me convida a entrar no que me pareceu ser a Secretaria de Turismo, que fica nestes portais, onde também ficam inúmeros bares e restaurantes, resumo da ópera: Estava tendo uma mostra gastronômica, de todos os restaurantes da cidade, com pratos típicos fantásticos... e o melhor, de graça!!!!!
Comi feito uma rainha!!!!
Eu mereço!

DICAS

- Não deixe de saborear o tal de Toritos (nem que seja para não tomar mais quando regressar!)
- Experimente almoçar em um dos restaurantes que têm varandas para o rio ou o porto fluvial, a vista é linda, e a comida, excelente!
- Coma "Arroz a la Tumbada" - é uma espécie de risoto com frutos do mar. Normalmente uma porção dá para duas pessoas se fartarem e ainda sobra. Mas lembre-se: se você não gosta de pimenta, não se esqueça de pedir "sin chile". Esta dica serve para toda e qualquer comida, em qualquer restaurante, peça "chile a parte" - é mais seguro.
- Visite a cooperativa de artesãos, tem coisas lindas (fica nos portais, bem no centro).
- Se der, visite a Casa de La Cultura Agustín Lara.
- Outro passeio interessante é tomar uma lancha e ir pela "ribera del Papaloapan" - rio que vai desagüar, não muito longe, no Golfo.
- No mais é deixar-se levar pelas cores e beleza do lugar!

Fotos:
1 - Portales
2 - Iglesia San Miguelito
3 - Praça típica

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Y VAMOS PASEAR!

TULUM
Eu sou apaixonada pelo México, o que a TVP explica muito bem (rs).
Alguns lugares merecem ser conhecidos, embora pouco divulgados. Vou procurar levá-los a uma grande viagem pelo meu país por adoção. Espero que gostem do passeio.

HISTÓRIA

TULUM é o sítio arqueológico mais importante da costa do Caribe Mexicano, numa área conhecida como Riviera Maia, tendo de um lado todo o azul do mar caribenho e do outro uma grande muralha de pedra.
Tulum foi fundada por volta de 1200 como porto comercial de negócios e alcançou o seu apogeu em torno de 1400. Tulum significa muralha e é o nome dado recentemente por causa das muralhas que existem rodeando as ruínas. Se acredita que seu nome original era ZAMA, uma palavra relacionada com ZAMAL, que significa, em maia, amanhecer. Tulum foi o porto mais importante dos maias. Muitos dos artefatos encontrados nas escavações mostram contato com a Guatemala e toda a América Central. Os primeiros europeus a chegarem a Tulum foram, provavelmente, Juan de Grijalva e seus homens, em 1518. Os espanhóis depois retornaram para conquistar toda a península e trouxeram com eles as doenças dos “homens brancos”, causa provável da dizimação da população maia da Península do Caribe Mexicano.

COMO CHEGAR

Tulum está ao sul de Cancun (uma hora e meia, de carro, aproximadamente) e a quarenta minutos de Playa del Carmen, a princesa da Riviera Maia (nome dado por mim, claro!). As ruínas ficam a poucos quilômetros antes da atual cidade de Tulum. Lá tem um grande estacionamento e pequenas lojas de artesanato e lanchonetes ao redor. Aconselho ir de ônibus, carro alugado ou tour de agência. Do estacionamento até as ruínas tem uma “jardineira” que você paga um preço fixo pela passagem de ida e volta.

O QUE VER

A atração principal é a combinação da praia de águas azuis e as ruínas frente ao mar. Você pode admirar a muralha que rodeia a cidade e que se encontra em excelente estado de conservação. O edifício mais famoso é o “Castillo O Faro”, que é a construção mais alta, em frente ao mar. Se acredita que os maias a usavam como farol para os barcos que vinham de Cozumel. Outro edifício interessante é o Templo do Deus Descendente. Tem figuras entalhadas na pedra na fachada e dentro se pode observar murais feitos pelos maias. Tem um grupo de pequenas estruturas chamado de Grupo Kukulcán, com muitos templos, sendo que um dos mais importantes é o Templo do Deus do Vento, com base redonda. Todo o sítio é muito bem sinalizado.

DICAS IMPORTANTES:

- Os táxis de toda região, desde Cancun, não possuem taxímetro, portanto combine o preço antes de entrar no táxi, pois eles costumam cobrar muito mais caro quando vêem que é turista.
- Você não precisa de guia para visitar Tulum. Se quiser compre um pequeno folheto com explicações. Os guias são desnecessários.
- A distância entre o estacionamento e o sítio é pequena, mas o sol é escaldante e lembre-se: o preço é o mesmo, independente que você faça somente um percurso, portanto, vá de jardineira.
- Não esqueça de levar um chapéu ou boné. O sol é de lascar mesmo!
- Use filtro solar. Não é nenhuma alusão ao texto do Bial. É questão de sobrevivência.
- Se quiser, use traje de banho, mas lembre-se: você ficará com a água do mar no corpo, não existem chuveiros.
- Sapatos ou sandálias o mais cômodos possíveis. Você vai caminhar em areia, pedras, etc.
- E água!!!! Leve água!!!!
- No mais é desfrutar deste lugar maravilhoso.


sábado, 3 de maio de 2008

NIÑA Y MÁS ALLÁ

Fotos: Laguna de Catemaco - Estado de Vera Cruz - México
Diálogo entre minha amiga Esperanza e sua sobrinha-neta Angelina, de 5 anos, enquanto víamos o pôr-do-sol (creio que é onde se vê um dos mais lindos pores-do-sol no mundo).
Estava eu sentada, em postura de lótus, a meditar e receber a energia incrível que existe neste lugar. Todo o diálogo me foi relatado depois pela Gabi, minha filha.
Angelina - "Epe" por que ela está chorando?
Esperanza - Ela não está chorando... não é tristeza, é um choro de emoção, ela está emocionada.
A - "Epe", e o que ela está fazendo?
E - Está meditando...
A - ... "Epe" que é meditar?
E - (&%$RF%&"#@ como vou explicar?) - Ela está tentando ficar mais perto e falar com Deus.
A - Acho que seu espírito já foi falar como Deus.
(Gabriela e Andréa, irmã de Angelina, estão ao lado cochixando)
A - Psiu! Agora não se pode falar alto e nem baixo, temos que ficar em silêncio porque Deus tem que ouvir a Kátia.
Depois de algum tempo, só a claridade do sol se é vista por de trás das montanhas...
A - "Epe", acho que o espírito dela já voltou!
Angelina se aproxima de mim, me abraça e procura meu rosto para conferir se há vida em meus olhos.