sexta-feira, 26 de setembro de 2014
FRAGMENTOS
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terça-feira, 27 de maio de 2014
O POEMA QUE NÃO ESCREVI
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
HOJE VAMOS DE CECÍLIA

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
RECEITA DE ANO NOVO
Receita de ano novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.
Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.
Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.
Também trabalhou como tradutor de autores estrangeiros como: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
PODERIA SE CHAMAR AUTO RETRATO, POR MIM

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
ENCONTROVERSO
Serviço:
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
ÀS SEIS DA TARDE
Às Seis da Tarde
Marina Colasanti nasceu em Asmara (Etiópia) em 1937, chegou ao Brasil em 1948 e sua família se radicou no Rio de Janeiro. Entre 1952 e 1956 estudou pintura com Catarina Baratelle; em 1958 já participava de vários salões de artes plásticas, como o III Salão de Arte Moderna. Nos anos seguintes, atuou como colaboradora de periódicos, apresentadora de televisão e roteirista. Em 1968, foi lançado seu primeiro livro, Eu Sozinha; de lá para cá, publicaria mais de 30 obras, entre literatura infantil e adulta. Seu primeiro livro de poesia, Cada Bicho seu Capricho, saiu em 1992. Em 1994 ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia, por Rota de Colisão (1993), e o Prêmio Jabuti Infantil ou Juvenil, por Ana Z Aonde Vai Você?. Suas crônicas estão reunidas em vários livros, dentre os quais Eu Sei, mas não Devia (1992). Nelas, a autora reflete, a partir de fatos cotidianos, sobre a situação feminina, o amor, a arte, os problemas sociais brasileiros, sempre com aguçada sensibilidade.
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
SOBRE O TEMPO & AUSÊNCIA & SAUDADE
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domingo, 4 de julho de 2010
É DIFÍCIL DIZER ADEUS
A morte é a curva da estrada,
Morrer é só não ser visto.
Se escuto, eu te oiço a passada
Existir como eu existo.
A terra é feita de céu.
A mentira não tem ninho.
Nunca ninguém se perdeu.
Tudo é verdade e caminho.
(Fernando Pessoa)
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domingo, 27 de junho de 2010
TEMPO
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
QUERIDO JOHN - NICHOLAS SPARKS
QUERIDO JOHN
Aos poucos vou retomando minha vida. A dor? Faz parte! Ela que canse de mim, pois minha Esperança só morre comigo e vou lutar muito até que a Dona Morte me vença.
Como o que me sobra é tempo, tenho lido bastante. Tudo bem que o ânimo para escrever só agora está voltando, junto com a presunção de crítica literária!
Li muita coisa boa (que ainda vou comentar) e também um monte de porcaria (que guardarei para mim). Justifico: Eu sei o trabalho, empenho, dedicação que dá escrever e publicar um livro, então em respeito ao autor, vocês nunca me verão dizer para não comprar tal livro porque é ruim...
Mas voltemos ao assunto eu e os livros.
Tenho várias manias a respeito de livros. As que não me denigrem posso listar:
- Como tive infância e adolescência um tanto restrita monetariamente, o dia que passei a ganhar um salário melhorzinho, jurei que não passaria um mês sem comprar um livro. Com isso e fora os que doei para iniciar uma biblioteca, tenho uma coleção razoável;
- Morro de ciúme dos meus livros, emprestar é uma possibilidade remotíssima;
- Não gosto de assistir filme adaptado sem antes ler o livro. Exceção para Amor Além da Vida e As Pontes de Madison... leio, assisto e choro (ainda e sempre);
- Não me venham com livros indicados por “lista de 10 mais”;
- Tampouco gosto de livros que trazem estampado: Mais de tantos milhões vendidos nos EUA – nem sempre o que é bom para uns o é para outros;
- Tenho antipatia pela tal chamada em letras garrafais: “Best Seller do New York Times”;
- Meu parque de diversão é um bom e velho sebo (daqueles com banquinho de madeira pra gente sentar entre as estantes) porque acredito que livro tem alma (rs) e por aí vai...
Entretanto sou uma romântica incorrigível. Falou em amor e eu me derreto toda. Sei que não estamos neste mundo de passagem, mas há tempo e hora para cada tipo de leitura. É claro que em cima de uma cama de hospital, morrendo de dor, não cabe ler Kafka nem Dostoievski...
Então, estava eu numa livraria e bati o olho num livro intitulado: Querido John, de Nicholas Sparks. Nunca havia ouvido (ou prestado atenção) o nome do autor, mas a capa trazia um casal jovem, num campo, transmitia paz. Pequei-o. Logo em cima tinha um selo: “5 milhões de livros vendidos nos EUA”, em dourado! Mais abaixo “Best-Seller do New York Times”. Na contracapa a ficha técnica do filme, ou seja, o bendito livro, recém-lançado, já era até filme.
Pensem comigo: considerando o acima listado o que eu tinha que fazer? Devolver o livro à prateleira... Devolvi. Mas minhas mãos ficaram vazias demais. Contrariando todas as minhas convicções, pequei-o novamente. Abri no prólogo e lá estava: “O que significa amar verdadeiramente uma pessoa? – Houve um tempo em que eu achava saber a resposta: significa que eu iria pensar em S. mais do que em mim mesmo, e passaríamos o resto de nossas vidas juntos”.
Comprei o livro! Era como se fosse escrito por mim. Como aquele cara pega minhas palavras e coloca-as no livro dele?
Leitura gostosa, sem pretensões filosóficas, ótima para uma tarde ociosa. Não vai te acrescentar grandes ensinamentos, vai falar de amor. Só isso.
Vai dizer: “Eu me apaixonei por ela enquanto estávamos juntos, e me apaixonei ainda mais nos anos em que ficamos separados”.
Uma das coisas que me chamou atenção foi que o livro é escrito e narrado por homens. Até hoje só conheci um homem que (talvez) fosse capaz de tal proeza. O autor consegue penetrar no universo feminino – pelo menos no meu.
Então, se algum dia você estiver sem nada para fazer e vier bater em sua mão o livro “Querido John”, com a chamada “o que você faria se uma carta mudasse tudo?” Pode ler... vale o tempo!
Postado por Katia De Carli às 00:33 4 comentários
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sábado, 19 de junho de 2010
MORREU SARAMAGO. MORREU!
Não era unanimidade, porém, como dizia Nelson Rodrigues, “Toda unanimidade é burra” e ele pode ser chamado como quiser, menos de burro!
O primeiro livro de (José de Sousa) Saramago que tentei ler foi “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” – lançado em 1991, talvez sua obra mais polêmica – onde ele reescreve a Bíblia através da narrativa de um Jesus feito homem. Confesso que não consegui. Estranhava-me aquele modo de escrever, ininterrupto, meio mal pontuado, sem diálogos definidos... tudo isso na minha nada humilde e muito prepotente opinião.
Guardei o livro. Quem sabe em uma outra vez? Mesmo porque estava envolvida com outras leituras, escritos, casa, filhos, serviço, viagens executivas, etc. Lembro que ele ficou em cima da escrivaninha, com sua lombada azul marinho escrito em dourado, fitando-me, como a dizer: Um dia você estará preparada, eu espero!
Tinha tanta coisa a ler...
Quando me pediam alguma opinião, eu dizia que não gostava de Saramago. Até que um dia percebi o quão incoerente estava sendo, porque até para não gostar, tem que se conhecer.
Decidi ler O Evangelho... Não foi fácil. Foi preciso despir-me de todas as ideias pré-concebidas acerca de literatura, estilos, formas e fôrmas. E como não se apaixonar pelo Jesus de Saramago que "conheceu o amor da carne e nele se reconheceu homem".
Li outros livros de sua autoria: Ensaio sobre a Cegueira, O Ano da Morte de Ricardo Reis, Memorial do Convento, As intermitências da Morte. Outros não consegui: O Homem Duplicado, A Viagem do Elefante. É bem provável que falta-me inteligência e lucidez para alcançá-lo.
Mas como não reverenciar-me a um homem que diz: “Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar”.
Crítico ferrenho da Igreja Católica, dizia-se ateu, mas confessava: “Não sou um ateu total, todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas infelizmente não o encontro”.
Amou três vezes, porém seu maior amor foi justamente o último (a jornalista e tradutora espanhola Pilar del Río), que o mesmo Deus que negava, guardou para o final de sua vida.
Vai ficar um vazio muito grande na literatura de língua portuguesa, pois ninguém, nunca mais, vai dizer-nos: “Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia.”
O meu também, Saramago.
Também.
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sábado, 20 de março de 2010
MAIS UMA DE AMOR...
Postado por Katia De Carli às 09:00 7 comentários
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Indagações... só isso
Houve um tempo em que eu sabia para onde ia... sabia a meta
Embora não conhecesse a estrada, mirava o destino
Tinha a vida nas mãos
E as decisões eram minhas.
Aos poucos fui fazendo as coisas por instinto
Porque a vida não vem com instruções.
Achando que estava certa, eduquei filhos
Mas como não tinha manual de orientação
Hoje me pergunto: Fiz a coisa certa?
Não sei.
Segui carreira, galguei cargos,
Trabalhei anos a fio.
Hoje me pergunto: Algum dia fiz o que realmente amava?
Não sei responder,
Por isso agora essa angústia,
Indagações sem fim,
Fiz alguma coisa certa?
Quantos erros cometi?
Onde falhei?
Não encontro respostas.
Não sei nem o que a vida fez comigo.
Procuro dentro de mim
Um lugarzinho que seja
Onde exista ainda paz,
Onde não esteja contaminado
Por intrigas, agressões, desamor
Mas quando olho ao redor
Apesar de tudo que construí
Encontro-me sozinha.
Alguém pode me responder
Onde foi parar a vida que julgava minha?
Kátia Corrêa De Carli (inédito)
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sábado, 30 de janeiro de 2010
CORREIO SENTIMENTAL
Para Tide,
Apesar de não ser especialista nestas questões, talvez a vivência de tudo que passei me habilite a tentar analisar e responder.
Você perguntou se é possível sentir saudade de alguém que não se conhece. Devolvo com uma pergunta: existe alguém no mundo que a gente possa dizer que realmente conhece? Não conhecemos nem nós mesmos...
Existem pessoas que a gente já viu milhares de vezes e não conhecemos...
Existem pessoas que a gente nunca viu olho a olho e que conhecemos muito mais que nosso vizinho de porta.
Existem pessoas especiais, que basta uma palavra, uma demonstração de afeto (seja um cartão, uma foto ou um cd caseiro de MPB) e se deixam mostrar escancarando a alma, porque sabem que quem está do outro lado também escancara sua alma, sem pudor. É a confiança construída a cada conversa, a cada “teclada”...
Então, minha tese é que não existem pessoas que não conhecemos, existem pessoas que a gente não encontrou pessoalmente, ainda, mas que conhecemos e amamos.
E o amor gera saudade... qualquer espécie de amor.
Mesmo aquele amor que parte o coração, deixando como “carne moída”.
Depositamos nossa esperança, todo nosso amor, carinho, devotação a uma pessoa. Passamos a viver na espera do retorno - ainda não somos tão evoluídos a ponto de amar por amar, para nós o amor tem que ser pista de mão dupla – e não perguntamos ao outro se ele está colocando na relação todo o seu amor, carinho, etc. também. E na maioria das vezes, a relação é de mão única. E quando acaba, quase sempre de um lado só, sobra um velho coração despedaçado, desesperançado, doído a ponto de se sentir dor física.
Quando isso acontece queremos morrer junto com nosso coração.
Os dias vão passando, a dor vai diminuindo aos pouquinhos... mas não acaba! Nunca! Carregamos no olhar a dor daquele amor perdido. É como queimadura, a cicatriz permanece por todo sempre a lembrar aquele amor não vivido.
Amor perdido é amor eterno!
FIM
Não existe nada mais doído
Do que o fim de amor.
Amor idealizado,
Amor conquistado aos poucos,
Amor!
Num ímpeto de raiva
Tentei apagar os vestígios
De sua passagem pela minha vida.
Queimei cartas, recados, retratos,
Apaguei seu nome da minha agenda,
Não mais passei pela sua rua,
Nunca mais ouvi “nossas” músicas.
As lágrimas vieram uma a uma,
Lavei com elas minha alma,
Minha mágoa,
Minha dor.
Com o passar dos anos a gente consegue
Enganar até mesmo a memória,
Achando que esqueceu.
Achei que tinha esquecido você.
Só muito tempo depois descobri
Que o amor dói mesmo muito depois do seu fim.
Dói a cada encontro,
A cada olhar,
A cada recordação.
O fim de um amor a gente até supera
Mas não esquece não.
Postado por Katia De Carli às 13:17 8 comentários
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