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domingo, 31 de outubro de 2010

Trailer Show - Grupo BEM


Apenas para dar um gostinho...
Esses meninos são muito bons!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

GRUPO BEM

GRUPO BEM (Lion Padilha, Joana Bentes, Rafael Vicentini, Gabriela De Carli, Vinicius de Oliveira, Nathalia Figueiredo, Paulinho)

Alegria e agradecimento a todos os presentes

Minha obra-prima


E foi um sucesso...
Ficou aquele gostinho de quero mais,
A certeza que estão na direção certa.
Que a caminhada é longa,
Que se tem que apreciar o caminho
Sem se importar muito com a chegada.
Esses "meninos" merecem meu respeito,
Apoio,
Amor.

Grupo Bem - My Space
Grupo Bem - Orkut

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SHOW DO GRUPO BEM


Grupo espírita de música realiza show esse fim de semana no teatro do marista

O Grupo Bem – Bálsamo do Espiritismo em Música – apresentará no próximo domingo (24/10), às 20:30h, o Show Cartas de Amor, no Teatro Marista, em Vila Velha - ES. O show é uma homenagem ao médium mineiro Chico Xavier e contará com a participação do músico Denis Soares, de Juiz de Fora (MG).

Com três CDs lançados e milhares de cópias vendidas em todo o Brasil, o grupo, que antes era conhecido como Equipe de Música DIJ/FEEES, apresenta numa roupagem pop, de forte apelo entre o público jovem, composições próprias que falam de valores espíritas e cristãos como o perdão, a caridade, a reencarnação, a mediunidade e a lei de ação e reação.

O Show do Grupo Bem encerrará as atividades locais da Semana Nacional de Arte espírita, evento organizado pela Associação Brasileira de Artistas Espíritas (ABRARTE) nas principais cidades brasileiras. Trata-se de apresentações de música, teatro, dança, além de palestras e seminários realizados simultaneamente nas cidades participantes.

Apesar de pouco conhecida do grande público, a arte espírita, em especial a música, vem se firmando ao longo dos anos. Há grupos e artistas que atuam há mais de vinte anos em todo o Brasil, como o músico Moacyr Camargo, que recentemente esteve em turnê por diversas cidades de Portugal, ou ainda o Grupo Arte Nascente, de Goiás, reconhecido e premiado por seus trabalhos de arte junto a orfanatos, escolas e presídios, em defesa da vida.

No Espírito Santo, o Grupo Bem já atua há mais de cinco anos dentro e fora do movimento espírita. O show do próximo domingo soma-se às diversas homenagens prestadas a Chico Xavier no ano de seu centenário de nascimento e reúne canções dos três primeiros CDs do grupo, além de antecipar algumas do disco que será lançado no ano que vem. Algumas dessas músicas podem ser conferidas no site: http://www.myspace.com/grupobem

Os ingressos podem ser adquiridos por R$12 e R$6 (meia) com os integrantes do grupo, nas principais casas espíritas, na livraria da Federação Espírita do Estado ou na bilheteria do Teatro Marista, em Vila Velha.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

PORQUE EU SÓ QUERO...



Simples Desejo
(Compositor(es): Daniel Carlomagno e Jair Oliveira)

Que tal abrir a porta do dia
Entrar sem pedir licença
Sem parar pra pensar,
Pensar em nada...

Legal ficar sorrindo à toa, toa
Sorrir pra qualquer pessoa
Andar sem rumo na rua

Pra viver e pra ver
Não é preciso muito
Atenção, a lição
Está em cada gesto
Tá no mar, tá no ar
No brilho dos seus olhos
Eu não quero tudo de uma vez
Eu só tenho um simples desejo

Hoje eu só quero que o dia termine bem
Hoje eu só quero que o dia termine muito bem

Simples assim...

domingo, 11 de abril de 2010

AMORES, VIDA & MÚSICA

NÃO NECESSARIAMENTE NESTA ORDEM

Sou daquele tipo de pessoa que está sempre pensando. Tudo bem, sei que todos nós pensamos incessantemente, mas sou daquelas que prestam atenção aos pensamentos (na maioria das vezes).

Esses dias estava pensando em como a doença que me acometeu (Síndrome de Sjögren + Vasculite) e que me derrubou por exatos, neste momento em que escrevo, 1 ano, 2 meses e 4 dias, mudou minha vida.

Desde pequena, como já disse uma vez, como eu não era “a mais” em nada – beleza, dinheiro, etc. – passei a estudar mais do que ninguém para ser pelo menos bem sucedida. Então, era uma disputa feroz, no primário, pelos distintivos dos três primeiros lugares da classe. Quando eu tirei meu primeiro 7,0 – já na quinta série – chorei o dia inteiro, porque aquela não era nota para mim e carreguei uma raiva danada da professora por muito tempo. A raiva passou, claro, mas a lembrança não, acho que vem daí meu trauma com Geografia. Foi nessa época que comecei a escrever meus versos, pensamentos, num velho caderno que permanecia escondido, fechado a sete chaves. Era ele meu confidente, como na música:

"Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel..."

Cresci, não muito, e embora não sendo “a mais”, era popular. Nunca ficava sem namorado! Naquela época eu cantava “e que tudo mais vá pro inferno”... e seguia adiante quando o namoro terminava.

Mas amor, amor de verdade, Amor com letra maiúscula, foram três.

O primeiro, ainda na adolescência, abandonou-me, sem mais delongas, por conta de uma fofoca. Por muito tempo fiquei a cantar:

"Vem, que o tempo pode afastar nós dois
Não deixe tanta vida pra depois
Eu só preciso saber
Como vai você"

Desse primeiro amor herdei o medo de amar, da entrega sem limites, de me apaixonar... Daí passei a namorar só três meses. E avisava ao pretendente, eu só namoro três meses! (rs) Raciocinem comigo: é o tempo exato de só viver coisa boa, sem se apaixonar. Assim não corria risco de sofrer. Como estava enganada!

Amei novamente, inesperadamente, e foi entrega total, amor avassalador, fora de tempo... daí, até hoje, eu canto:

"Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim!
Sinto você bem perto de mim
Outra vez...

Me esqueci!
De tentar te esquecer
Resolvi!
Te querer, por querer
Decidi te lembrar
Quantas vezes
Eu tenha vontade
Sem nada perder..."

Meu terceiro amor foi construído na convivência, no dia a dia, sem urgências... para ele eu canto, um canto que poucos conhecem:

“Tem os olhos cheios de esperança
De uma cor que mais ninguém possui
Me traz meu passado e as lembranças
Coisas que eu quis ser e não fui”

Assim a vida foi passando, as coisas acontecendo e de quando em vez eu padecia de alguma doença. Deste modo comecei a partir, aos pedaços. O primeiro foi um pequeno pedaço do seio, mas eu era tão jovem que nem cheguei a me afligir. Como é boa a ignorância!

Quando perdi o útero, depois de anos de sofrimento, eu só pensava para quê eu iria querer aquele órgão, para mim só servia para duas coisas, ter filho e câncer, filhos eu já tinha tido, câncer não iria de ter. Nessa época vivia tão atarefada que nem tinha tempo para pensar, cantar então...

Depois foram embora a tireóide, a vesícula, alguns pedaços de ossos que não deveriam ter se desenvolvido e eu ainda fazia piada, toda vez perguntava pro meu cirurgião quais pedaços ainda poderia perder sem passar para o lado de lá! Só de brincadeira cantava “Oh pedaço de mim...” e emendava com alguma bobagem acerca de órgãos humanos.

Mas a vida não é uma piada, houve um tempo tão triste, cheio de dor, que fiquei seca, estática, muda... desse nem música tem...

Voltando à doença recente, por conta dela passei quase um ano sem ir a nenhum compromisso social, as dores me impediam... Até que esses dias, já mais aliviada, resolvi ir a um aniversário! Estava marcado para as 7:30 h. Como sempre fui ultra rápida para me arrumar, era só falar vamos! em 15 minutos estava pronta! Mas para ter folga comecei a me arrumar 7 horas. Não olhei para o relógio. Como era uma reunião de mulheres eu iria só, então não tinha ninguém para me alertar. Quando cheguei à festa minha comadre falou: - Pensei até que você não vinha! Que bom que está aqui!

Foi então que descobri que eram quase 8:30 h. Ou seja, meu tempo mudou.

Foi um choque!

Busquei, então, o que mais havia mudado em mim além do inchaço do excesso de corticóide. Enchi meus filhos, marido, irmã, etc. de perguntas e eles, meio a contragosto, confessaram que minha memória mudou: não lembro mais os números de telefones que antes trazia de cor; tenho lembranças, que juro serem verdade, e que nunca existiram; minha agenda de aniversários, que trazia na memória, apagou-se; vou pegar alguma coisa e quando chego ao lugar não lembro mais o que era; tenho certeza que conheço pessoas que nunca vi (e mato meus filhos de vergonha); entre outras coisas. Disfarço o embaraço que também sinto, engulo as lágrimas e sigo em frente, com vontade de morrer... sem trilha sonora.

Agora preciso aprender a viver nesse outro compasso.

Preciso conhecer, e aceitar, minhas limitações, não só as físicas.

Preciso me re-conhecer.

E eu, que a vida inteira cantei:

“...Sexo frágil
Não foge à luta
E nem só de cama
Vive a mulher...

Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque”

Estou, aos poucos, e não sem sofrimento, aprendendo a cantar:

“Ando devagar porque já tive pressa,
E levo esse sorriso, porque já chorei demais...”

quinta-feira, 1 de abril de 2010

CHICO XAVIER - CISCO DE DEUS

HOMENAGEM PELO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO
DE CHICO XAVIER - 02/ABRIL/2010


Francisco Cândido Xavier, homem simples, desprovido de qualquer ambição material, espírito elevado que nos mostrou o verdadeiro sentido da Caridade, do Amor ao Próximo, dos ensinamentos de Jesus como crêem e buscam os adeptos do Espiritismo, doutrina codificada por Allan Kardec.
Chico foi o instrumento que vários espíritos usaram para a publicação de mais de 400 livros que vieram complementar os preceitos das obras básicas de Kardec.
Chico, que se considerava "Cisco de Deus", trouxe, também, alento para inúmeras pessoas através da psicografia de cartas ditadas por espíritos desencarnados que davam notícias do outro lado da vida.
"O Carteiro", música do Grupo Bem (Vitória-ES), é uma homenagem ao homem que nos deixou o verdadeiro exemplo de desapego ao mundo material.
Oxalá sua vida seja exemplo para nós, ainda tão imperfeitos...
Que Chico continue olhando por nós!

A qualidade do vídeo não é muito boa, visto que foi realizada amadoramente, mas espero que apreciem a música, que é belíssima.
Deixo, a seguir, a letra de "O Carteiro"

(Composição: Grupo Bem)

Em um mundo onde
Muita gente vive 
Longe de quem ama 
Um homem humilde 
Quis aliviar 
A dor da distância  

E escolheu ser um carteiro 
E entregar cartas de amor 
E trazia do estrangeiro 
Mensagens do interior  

Francisco, 
Um Cisco 
De Luz... 

Tinha nome de santo 
E era só mais um homem 
Fazendo sua parte 
Entregando cartas como ninguém 

Era homem honesto
Dedicado ao trabalho
Não ganhava um trocado 
Por cartas escritas por outro alguém  

Francisco, 
Um Cisco 
De Luz... 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

30º Emees - Show Grupo Bem | Elos

Vou ficar devendo os demais textos de reflexão, mas, apesar do vídeo não estar excelente, não poderia deixar de postá-lo.
Esses meninos são maravilhosos!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

30° ENCONTRO DE MOCIDADES ESPÍRITAS DO ESPÍRITO SANTO



Amanhã já estaremos trabalhando para esse grande encontro de jovens espíritas!
O trabalho a serviço de Deus é dádiva que colhemos adiante... por isso, pela alegria, pela fraternidade, pela energia... lá estarei, a postos, as dores que dêem um tempo...

O tema deste ano é Chico Xavier - O Cisco de Deus, em comemoração ao centenário de nascimento desse Espírito iluminado que por aqui passou.

No blog do EMEES - http://emees.wordpress.com/ você encontra alguns vídeos e músicas dos grupos que estarão atuando, dançando, cantando.




Aproveitem para ouvir Elos, do Grupo Bem... linda música!





quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

DE AMORES


Porque estava conversando com uma amiga sobre tudo e sobre nada e falávamos sobre um grupo que iria montar uma peça “De Amores” porque ela havia apresentado-lhes a música-texto Vênus, do Paulinho Moska e então eu lembrei do primeiro verso que diz “A religião que nós dois inventamos/Merece um definitivo talvez... pelo menos” e lembrei de um amor perdido, que não teve sequer um talvez, lembrei de todos amores jurados para sempre que descobriram que pra sempre é um lugar que não existe, lembrei de um amor que um dia foi todo meu e, depois de outros amores, diz para outra pessoa "Because I love you... plain and simple as that!", porque eu lembrei que ouço, choro, torno a ouvir, chorar...
Mas é lindo!
Compartilho com vocês o texto:

Não falo do amor romântico, aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
E pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,o amor será sempre o desconhecido,
A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido, quer ser violado,
Quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos, e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor, não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha como uma aurora colorida e misteriosa,
Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
Se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.





segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PORQUE AINDA ESCOLHO DANÇAR! (UM DIA, QUEM SABE?!)





(Música I Hope You Dance - Ronan Keating)
Eu espero que você nunca perca seu senso de arrependimento,
Que você coma o suficiente mas sempre mantenha essa fome,
Que você nunca apenas respire,
Deus proíba qualquer amor que deixe você vazio,
Eu espero que você ainda se sinta pequeno quando você parar do lado do oceano,
Quando uma porta fechar eu espero que mais uma se abra,
Me prometa que você dará ao destino uma chance de lutar
E quando você tiver que escolher entre sentar ou dançar

Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.

Eu espero que você nunca tema aquelas montanhas ao longe,
Nunca amenize para a estrada ao mínimo de resistência
Viver significa arriscar-se, mas vale a pena se arriscar por ela,
Amar pode ser um erro, mas vale fazê-lo,
Não deixe nenhum coração infernal maluco deixar você amargo,
Quando você estiver perto de trair, pense melhor,
Dê aos céus lá em cima mais do que apenas uma rápida olhada,
E quando você tiver que escolher entre sentar ou dançar.

Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.
Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.

(O tempo é uma roda em movimento constante sempre nos levando junto,
Me conte quem quer olhar para trás nos seus anos e imaginar para onde esses anos se foram.)

Eu espero que você ainda se sinta pequeno quando você parar do lado do oceano,
Quando uma porta fechar eu espero que mais uma se abra,
Me prometa que você dará ao destino uma chance de lutar
E quando você tiver que escolher entre sentar ou dançar

Eu espero que você dance.
Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.
Eu espero que você dance.... eu espero que você dance.

(O tempo é uma roda em movimento constante sempre nos levando junto,
Me conte quem quer olhar para trás nos seus anos e imaginar Para onde esses anos se foram.)

Espero Que Você Dance

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

PORQUE MEU DIA NECESSITA DE 36 HORAS...


Por conta do acúmulo de compromissos assumidos, estou sem tempo para escrever... ao mesmo tempo, custa-me abandoná-los... Cheguei a um meio termo.

Vou deixá-los com a bela "Cantares", canção do espanhol Joan Manuel Serrat inspirada nos famosos versos de Antonio Cipriano Jose María Machardo y Ruiz, poeta modernista espanhol:

"Caminante, no hay camino, se hace camino al andar."

Monumento ao Peregrino - Estrada Viana-Logroño



Todo pasa y todo queda,
pero lo nuestro es pasar,
pasar haciendo caminos,
caminos sobre el mar.

Nunca perseguí la gloria,
ni dejar en la memoria
de los hombres mi canción;
yo amo los mundos sutiles,
ingrávidos y gentiles,
como pompas de jabón.

Me gusta verlos pintarse
de sol y grana, volar
bajo el cielo azul, temblar
súbitamente y quebrarse...
Nunca perseguí la gloria.
Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.

Caminante no hay camino
sino estelas en la mar...

Hace algún tiempo en ese lugar
donde hoy los bosques se visten de espinos
se oyó la voz de un poeta gritar:
"Caminante no hay camino,
se hace camino al andar..."

Golpe a golpe, verso a verso...

Murió el poeta lejos del hogar.
Le cubre el polvo de un país vecino.
Al alejarse, le vieron llorar.
"Caminante no hay camino,
se hace camino al andar..."

Golpe a golpe, verso a verso...

Cuando el jilguero no puede cantar.
Cuando el poeta es un peregrino,
cuando de nada nos sirve rezar.
"Caminante no hay camino,
se hace camino al andar..."

Golpe a golpe, verso a verso.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

SE VALEU? E COMO!

Eu não podia deixar-los “no ar” depois da história anterior.
Pois é, fomos para o teatro, acabamos não indo muito cedo porque eu tinha outros compromissos e atrasei-me, mas mesmo assim chegamos com uns cinqüenta minutos de antecedência e qual não foi a minha surpresa ao constatar que não havia fila para entrar. Ou seja, a minha paranóia (justificável, porque no show anterior a fila começou às quatro) acabou revelando-se uma aliada: Fomos as primeiras!
Que nem nos shows de antigamente, quanto eu tinha tempo, idade, disposição e histeria nas medidas necessárias (ou não, rs) isso era tudo que eu sonhei: o palco, eles e eu, a nos separar somente o microfone.
Vocês devem estar me chamando de tiete, e não estão errados (mas não se preocupem, não dou gritinhos, não faço propostas obscenas, nem disputo o show), mas não tem como não ser fã de pessoas que conseguem, que nem o Amaro, fazer um hino de amor à nossa cidade como este:



Ou, então no caso do Vander Lee, que diz ao meu coração:
Sabe o que eu queria agora, meu
bem...?
Sair chegar lá fora e encontrar
alguém
Que não me dissesse nada
Não me perguntasse nada também
Que me oferecesse um colo ou um
ombro
Onde eu desaguasse todo
desengano
Mas a vida anda louca
As pessoas andam tristes
Meus amigos são amigos de
ninguém.

Sabe o que eu mais quero agora,
meu amor?
Morar no interior do meu
interior
Pra entender porque se
agridem
Se empurram pro abismo
Se debatem, se combatem sem
saber

Meu amor...
Deixa eu chorar até cansar
Me leve pra qualquer lugar
Aonde Deus possa me ouvir
Minha dor...
Eu não consigo compreender
Eu quero algo pra beber
Me deixe aqui pode sair.
Adeus...

Daí que fiquei lá, embasbacada, emocionada, alimentando minha alma de música e energia.
Se valeu o sacrifício?
Oh! Valeu!
Como valeu!

Composições: Amaro Lima – Paraíso
Vander Lee – Onde Deus Possa me Ouvir

quarta-feira, 9 de julho de 2008

NEM TUDO É O QUE PARECE

De acordo com pesquisa no nosso “santo” Google, a origem da expressão idiomática “programa de índio” não é muito certa, mas provavelmente vem da idéia dos povos indígenas serem vistos como seres sem sofisticação, sem os confortos da vida moderna. Fazer trilha no meio do mato? Isso é programa de índio! Visitar uma praia deserta onde não tem nada? Isso é programa de índio! Ir a uma floresta só para ficar observando os passarinhos? Isso é programa de índio! Mas tudo isso porque são coisas que os índios habitualmente fazem (ou faziam, em priscas eras – no tempo em que se usava a palavra priscas).
Com o passar do tempo, o significado da expressão expandiu-se para cobrir todo tipo de programa que não deu, não dá, ou não dará certo, ou, ainda, um programa que demande muito esforço.
Um programa em que tem gente demais, ou que parece chato, ou que obriga passar muito calor, ou sem organização, ou, como no que parece ser o significado original, totalmente destituído de qualquer luxo, é programa de índio!
Todo mundo já fez um dia um programa de índio, como, na minha classificação, fazer compras na Rua 25 de Março em São Paulo, enfrentar fila para ir ao estádio (em qualquer lugar do mundo), fazer piquenique em praia deserta em dia de vento e ser obrigada a comer farofa de areia e por aí vai...
Hoje eu fiz um!
Às 09 da madrugada fui para o centro da cidade enfrentar uma fila para pegar ingresso para o projeto “Seis e Meia”, cuja distribuição iniciaria às 12:00 h.
Tudo bem que o show será do meu amado sobrinho de coração Amaro Lima (quem não conhece está perdendo!) e do Vander Lee, de quem sou fã de carteirinha.
Mas juro que na fase atual da minha vida, preferia pagar por um ingresso, com aquele numerozinho anotado da minha cadeira.
Mas sem esta de frescura... cultura para o povo... vamos lá!
E não esperem minha visita hoje, pois daqui a pouco terei que voltar para enfrentar a fila de entrada para garantir um bom lugar.
Tudo pelo cultural!
Amaro Lima (Divulgação)
Vander Lee (Divulgação)
Foto de Abertura: Ladeira Porto Geral, que dá acesso à Rua 25 de Março, São Paulo, num dia normal. Ou poderia ser "A visão do inferno". Para quem assistiu "Amor Além da Vida" essa ladeira me lembra quando Chris Nielsen, personagem vivido por Robin Williams vai à procura de Annie (Annabella Sciorra) no inferno e passa por um lugar em que ele pisa em cabeças... é o próprio cenário!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

PENA DE LOS AMORES

Autor: Jose Luis Almada, 1991

Que pena de las palabras que se callaron
Y aquellas que pronunciadas, estan perdidas
Que pena de primavera sin flor ni canto,
Que pena de algun verano sin golondrinas
Que pena de algunos besos que no se han dado
Y aquellos labios dispuestos pero ya escondidos
Que pena de las estrellas que se apagaron
En medio de alguna noche mal encendida
Que pena de las promesas que se quedaron
Bailando con los recuerdos en una esquina
Que pena de los amantes que se dejaron
Sin darse siquiera un beso de despedida
Que pena de los amores que ya pasaron
Que pena de los amores que no existían
Que pena de los amores que me olvidaron
Que pena de los amores que se me olvidan

Talvez porque minha alma hoje esteja triste, mas ainda repleta de amor... amor mal compreendido, amor que deveria ser esquecido...

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

ALÉM DO MAR

Fora dos grandes centros tem muita gente boa fazendo música de qualidade.
É o caso do "meu menino" querido Amaro Lima que está com clipe novo na praça.
Simples, belo, contagiante.
Espero que além do mar exista um lugar para todos nós... igualzinho ao que o Amaro idealizou.
Vale conferir.

AMARO LIMA

Fora dos grandes centros tem muita gente boa fazendo música de qualidade.

É o caso do "meu menino" querido Amaro Lima que está com clipe novo na praça.

Simples, belo, contagiante.

Espero que além do mar exista um lugar para todos nós... igualzinho ao que o Amaro idealizou.

Vale conferir.