
quinta-feira, 9 de junho de 2011
HOJE VAMOS DE CECÍLIA

Postado por Katia De Carli às 15:43 2 comentários
Marcadores: Cecília Meireles, Poetas - Escritores
sexta-feira, 3 de junho de 2011
QUANDO A RESPOSTA É ARTE PURA
É claro que isso revoltaria qualquer um, se fosse sobre as nossas cidades.
Mas a população local inventou uma maneira extremamente inusitada para responder à revista: Gravaram um clipe!
No último dia 22 a cidade parou para a gravação de um clipe da música "American Pie" de Don McLean.
Mais de 5 mil pessoas participaram.
Vale ver até o final este que os críticos americanos estão considerando como o "maior clipe de todos os tempos".
(American Pie foi composta quando do acidente que vitimou os artistas Buddy Holly, Ritchie Valens (La Bamba) e o grupo The Big Bopper, em 03 de fevereiro de 1959).
Postado por Katia De Carli às 21:57 2 comentários
Marcadores: American Pie, Clipe, Don McLean, Grand Rapids, Newsweek
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Histórias da minha infância
(Essa eu recebi de uma amiga e não poderia deixar passar... compartilho com vocês...)
O Tarzan corria pelado...
Cinderela chegava em casa meia noite...
Aladim era ladrão...
Batman dirigia a 320 km/h...
Pinocchio mentia...
Bela Adormecida era uma vagaba...
Salsicha (Scooby-Do) tinha voz de maconheiro, via fantasma e conversava com o cachorro...
Zé Colméia e Catatau eram cleptomaníacos e roubavam cestas de pic-nic...
Branca de Neve morava na boa com 7 homens (pequenos)...
Olívia Palito tinha bulimia;
Popeye fumava um matinho suspeito!!!
Pac Man corria em uma sala escura com musica eletrônica comendo pílulas que o deixam ligadão;
Super Homem locão, colocava cueca por cima da calça;
A Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão;
Olha os exemplos que eu tive! Tarde demais!
Agora pedem pra eu me comportar?!?!?!
Postado por Katia De Carli às 00:08 2 comentários
Marcadores: branca de neve, cinderela
sábado, 7 de maio de 2011
ÀS MÃES

Postado por Katia De Carli às 22:09 4 comentários
Marcadores: Mães
segunda-feira, 2 de maio de 2011
VAMOS VIAJAR?
Postado por Katia De Carli às 20:53 5 comentários
segunda-feira, 25 de abril de 2011
SOBRE O AMOR
Estes dias ouvi muita música. É que aqui, no meu cantinho, não tem toque de telefone (não tem sinal de celular de nenhuma operadora), internet então, é coisa de outro mundo, televisão não é meu forte, então virou objeto de decoração (só falta o paninho de crochet de nossas mães), os pássaros só cantam quando querem, resultado: som zero! Até gosto do silêncio, mas em doses pediátricas. O que sobra é ler e trabalhar. Desde que cheguei, tenho trabalhado muito, trabalho braçal (dentro dos meus limites físicos): plantar, lixar, pintar, etc. e todo mundo sabe que esse tipo de atividade não exige nenhum esforço mental. O que me sobra fazer entre o nada e o coisa nenhuma (rs)? Ouvir música! Como foram muitos dias, quase deu para ouvir toda a seleção do pen-drive. Foi assim, ouvindo cantarem tanta coisa que percebi: 80% das músicas que ouço falam de amor. Tem amor para todo gosto: amor eterno, amor fora de hora, amor despedaçado, amor traído, amor platônico... e mais tanto tipo que nem dá para enumerar. Concordo que é muito mais fácil escrever sobre amores perdidos, com o coração em farrapos do que quando estamos alegres. A alegria não é mola propulsora de versos, mas a dor! Ah! A dor! Ela sim é um evento que provoca versos, e na maioria das vezes, versos carregados de tristeza e beleza. Eu poderia listar muita coisa bonita escrita por inúmeros poetas/compositores/autores, mas tem um poema do Paulinho Moska que toca tão fundo no coração (pelo menos no meu) que resolvi postá-lo. Ele canta “Vênus” e depois declama um poema belíssimo! Certas Canções -Tunai e Milton Nascimento - fala em uma de suas estrofes que “Certas canções que ouço, cabem tão dentro de mim, que perguntar carece, por que não fui eu que fiz?” Pois é, tirando “Metade” do Osvaldo Montenegro, que nem me pergunto porque me falta capacidade para escrever tal poema, esse do Moska, cabe tão bem dentro de mim que carece sim, de perguntar. Compartilho com vocês: Não falo do amor romântico, A vida do amor depende dessa interferência. O amor não é orgânico. O amor, eu não conheço.
Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
E pensam que o amor é alguma coisa
Que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,
Antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta? O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
O amor será sempre o desconhecido,
A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido, quer ser violado,
Quer ser transformado a cada instante.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
Decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor e não podemos castrá-lo.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha
E nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio
Porque somos o alimento preferido do amor,
Se estivermos também a devorá-lo.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
Postado por Katia De Carli às 11:12 2 comentários
Marcadores: Amor, Paulinho Moska
terça-feira, 12 de abril de 2011
DIVAGAÇÕES
Postado por Katia De Carli às 23:38 5 comentários



