sexta-feira, 20 de junho de 2008

PENA DE LOS AMORES

Autor: Jose Luis Almada, 1991

Que pena de las palabras que se callaron
Y aquellas que pronunciadas, estan perdidas
Que pena de primavera sin flor ni canto,
Que pena de algun verano sin golondrinas
Que pena de algunos besos que no se han dado
Y aquellos labios dispuestos pero ya escondidos
Que pena de las estrellas que se apagaron
En medio de alguna noche mal encendida
Que pena de las promesas que se quedaron
Bailando con los recuerdos en una esquina
Que pena de los amantes que se dejaron
Sin darse siquiera un beso de despedida
Que pena de los amores que ya pasaron
Que pena de los amores que no existían
Que pena de los amores que me olvidaron
Que pena de los amores que se me olvidan

Talvez porque minha alma hoje esteja triste, mas ainda repleta de amor... amor mal compreendido, amor que deveria ser esquecido...

4 comentários:

Dauri Batisti disse...

O tom do poema combinou certinho com a lingua escolhida.
Que bom que apesar de triste você consegue se manter cheia de amor.
Gostei da idéia do café entre os amigos.

Jacinta Dantas disse...

Os versos do Jose Luis ficam bem aqui no seu espaço. E, bom mesmo, é saber que o amor, ah! o amor permanece, contudo e apesar de tudo.

PS: coordena aí o encontro forte com café e sorrisos.

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Como a única posição em que me sinto bem é sentada e como não gosto de ficar ociosa, fiz um último post, já que vou ser operada na terça. É endereçado somente às pessoas que me têm dado força.
Apareça por lá.
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
não há ponto depois de www
Um beijo,

PS: Tenho mais de 40 livros sobre Frida, além de cartões, espelhinhos, etc. É minha paixão.

Mariana disse...

Sei bem sobre os amores mal compreendidos, e que deveriam ser esquecidos, mas que de alguma forma permanecem enchendo minha alma ora de tristeza, ora de alegria....


bjooo

E assim que der aqui, estarei ai fazendo uma visitinha...